
Ele foi até que simpático. Andou de um lado do outro do palco. Ficou um tempinho do show se despedindo, dando tchau, mas Billy Corgan fez o que todo mundo esperava: deixou muitas clássicas de lado.
O Billy Corgan e banda (aka Smashing Pumpkins), deu um show de virtuosismo de guitarras, solos de bateria, músicas novas, lados B e chatice. Dos seis shows que vi no Main Stage do Festival Planeta Terra, com certeza o do Smashing Pumpkins só não foi pior que o do Of Montreal. E falo isso mesmo não gostando do Pavement como deveria (podem criticar, mas acho o som chato).
O Pavement, veio e fez o que tinha que fazer: enfileirou clássicos, tocou de forma seca e direta, no ponto pra agradar os característicos fãs de Pavement. Só que mesmo assim a turma de Malkmus, em minha opinião, não foi melhor que o Mombojó. Os pernambucanos, que abriram o festival, pareciam sentir de verdade. Se entregaram de verdade. Enquanto o Pavement soava como uma encenação indie.
Mas o grande show da noite, para a decepção de muitos, foi do Mika. Todos pulavam, cantavam (e o que tinha de homem cantando fino), e dançavam ao som de Relax (Take it Easy), Grace Kelly, We Are Golden, Love Today e vários outros hits. Mika falou mais de uma vez que esperou cinco anos para tocar no Brasil. E o último show da turnê foi caprichado para os fãs brasileiros. Antes dele, o Of Montreal tentou aquecer o público com um show quase Teatro Mágico, brilhante, coloridinho, mas que não empolgou!
Thomas Mars literalmente se jogou no Planeta Terra 2010
No meio das apresentações de Mika e do Pavement estava o Phoenix de Thomas Mars, e lógico, sem o Daft Punk. Com a falta da tão esperada surpresa o vocalista entrou no clima de parque de diversões e quis se divertir.
Subir ao palco logo em seguida ao catártico show do Mika era o desafio do Phoenix. Depois de iniciar com Liztomania, o grupo se sustentava entre uma ou outra música mais ou menos conhecida da galera. Já o público, fazia certo esforço pra cantar todas as letras e curtir o que tava rolando.
Mas Thomas Mars estava empolgado. E a empolgação o levava a sair do palco em direção ao público, até o momento em que ele resolveu Read the rest of this entry →